BIOGRAFIA

Edu é Paulistano de Maio de 1983, pai, marido, servo, cantor e compositor. Casado com Natália Guimarães, e pai do menino César, residem na cidade de Guarulhos/SP.
Aos 37 anos, contempla um novo desafio em sua vida, exercer o seu ministério como "Edu Guimarães EG". Ganhou de seu tio seu primeiro violão aos 11 anos de idade e sua "vida musical e ministerial" iniciou-se aos 13 quando começou a tocar na Santa Missa aos sábados na Paróquia Jesus no Horto das Oliveiras (Região Santana - Arquidiocese de São Paulo). Nas primeiras missas Edu apenas acompanhava os músicos sem "plugar" o seu violão. Apenas ia, aos poucos, tocando junto, vivendo e aprendendo. E de lá para cá nunca mais parou...
Participou como músico e servo de diversos movimentos da Igreja Católica Apostólica Romana, e fez parte do Ministério de Música Anjos da Glória, o qual lhe proporcionou grande experiência de oração, musicalidade e espiritualidade. Atualmente atua na Santa Missa da Paróquia São José, Esposo da Virgem Maria (Região Santana - Arquidiocese de São Paulo), do pároco Pe. Alexandre Moreira, e ministra no Grupo de Oração "Bom Jesus" na mesma paróquia onde iniciou suas atividades, a Paróquia Jesus no Horto das Oliveiras (também da Região Santana - Arquidiocese de São Paulo), do Padre Ernane Marinho, seu orientador espiritual.
 
Em 28 de Abril de 2018 Edu Guimarães lançou seu primeiro trabalho, o CD "Em Adoração". Disponível em todas as plataformas digitais e no Youtube.

TESTEMUNHO DE VIDA

Aos 4 meses de vida, com duas grandes enfermidades (pneumonia e meningite), ficou na UTI por 22 dias, e no último andar do Hospital havia uma capela, onde sua mãe ia rezar todos os dias. Certo dia os médicos disseram que pela medicina não havia mais o que fazer, pois não havia mais veias para furar o “corpinho do bebê”, até as veias da cabeça foram usadas. Sua mãe então entregou seu filho à Jesus, e rogou à Mãe, através da imagem de Nsa. Sra. Aparecida, “Mãe cuida do meu filho, assim como você cuida de mim”. Quando da notícia do médico, ao subir as escadas para Capela, a mesma encontrava-se fechada. Ao descer até a recepção para pedir que abrissem, nem foi preciso muitos passos, logo uma freira vinha em sua direção subindo as escadas e trazia em seu peito um cordão pendurado com a chave da Capela. O menino Edu foi curado, e poucos dias se sucederam até que tivesse alta do hospital. Quando se recebe uma graça divina, devemos agradecer a Deus, mas a mãe do menino Edu foi mais além. Ela queria agradecer pessoalmente a freira que encontrou nas escadas, a que trazia no peito a “chave da vitória”, mas as moças da recepção informaram a esta mãe que não havia nenhuma freira no hospital, e que a capela sempre ficava aberta. Nossa Senhora visitou esta família pessoalmente! Glória a Deus Pai Salvador!
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